sábado, 9 de agosto de 2014

Curiosidades da Ciência.

Todos sabem que o homem já foi ao espaço, e supostamente á lua. E há 50 anos atrás, aos 27 anos de idade, Yuri Alekseievitch Gagarin se tornava o primeiro homem no espaço. Gagarin entrou para a história no dia 12 de abril de 1961, ao dar a volta na órbita da Terra em 89 minutos - o tempo total da viagem foi de 1 hora e 48 minutos - a bordo da cápsula Vostok. Ele estava sendo treinado como um cosmonauta havia 1 ano e 29 dias. E essas missões (assim como várias outras), possibilitaram e possibilitam que nós possamos conhecer nosso mundo. E, mesmo após cinco décadas de que o homem foi ao espaço, muitos sabem que eles de fato chegaram lá, mas, poucos sabem o que foi preciso para que eles pudessem chegar lá, e então, eu resolvi mostrar algumas curiosidades sobre esses astronautas e suas viagens espaciais.

Primeiramente, gostaria de contar-lhes um pouco sobre duas importantes responsáveis por essas viagens/missões espaciais. Então, eis que apresento-lhes o Centro Espacial Lyndon B. Johnson (original: Lyndon B. Johnson Space Center),  localizado na cidade de Houston, Texas, Estados Unidos. Johnson Space Center, é uma das sede da NASA, onde atualmente, trabalha em conjunto com Agência espacial Europeia, Agência Federal Rússia e países da Ásia, para manutenção e continuação das pesquisas na estação espacial internacional. Houston, é a quarta maior cidade Americana, e ela está ligada diretamente a história da pesquisa espacial. Já a A agência espacial Nasa, foi fundada em 1958, e onze anos depois, levou o primeiro homem a lua. E em 1969, Neil Armstrong, ao supostamente pisar na lua, a primeira frase que ele disse foi: "Houston, a águia pousou".



Agora, voltando para a Johnson Space Center, onde acontecem treinamentos, há também uma piscina do tamanho de um campo de futebol, visto que, seu tamanho, é uma réplica do tamanho da Estação Espacial Internacional EEI (que é um laboratório espacial e que tem o tamanho de um campo de futebol), e nas últimas décadas, foi responsável por colocar os satélites e sondas em órbita, além de diversos programas e pesquisas no espaço. E em Houston, na Johnson Space Center, durante os treinamentos os astronautas ficam dentro dessa piscina, porque ela oferece uma condição de simular de certa forma, a microgravidade, ou a falta de gravidade no espaço. E tudo é controlado por câmeras, e possuem também outros especialistas auxiliando-os nos treinamentos. Também há cabos vermelhos e brancos que ficam flutuando sob a água, e servem para levar oxigênio e comunicações aos astronautas enquanto estão dentro da água.



E outra curiosidade, são os trajes espaciais, que podem custar até 12 milhões de dólares (20 milhões de reais), mas, mesmo que de primeira impressão, o valor pareça injusto, olhando bem de perto, metaforicamente falando, fica perceptível que o valor faz sim jus ao equipamento. Começando pela cor da roupa, que é branca, justamente para refletir os raios do sol e evitar um superaquecimento, e há 14 camadas de tecidos, com materiais como náilon, alumínio e neoprene. Depois, o capacete espacial, que tem um visor com filtros que protegem os olhos da luz solar direta, além dele, o astronauta também usa na cabeça uma touca com os fones de ouvido e microfones para comunicação via rádio, e também há no capacete um canudo (ligado a uma bolsa plástica), que garante o suprimento de água potável ao astronauta,
onde ele pode sugá-la quando sentir sede.


Posteriormente, para vestir o traje, não é permitido, relógios, anéis entre outros, porque materiais metálicos, danificam a roupa, pois o traje tem toda a proteção física do corpo do astronauta, além de possuir sistemas de comunicação (como já citei alguns), sistemas de oxigênio, sistema de manutenção de temperatura, além de tudo, o traje pode vir a pesar até 130 quilos. É claro que no espaço o astronauta não sente o peso real, mas sentem a massa do traje. Com isso, se você acelerar com esse peso, há muito mais dificuldade em conseguir se manter parado após a aceleração.

E para vesti-lo é preciso prender o traje em uma estrutura metálica, a roupa fica presa nessa estrutura, e então é preciso colocar as pernas e os pés, e em seguida, encaixar-se na estrutura, depois, colocar a parte de cima e por fim, fechar todo o complemento, como por exemplo: o torso, capacete, luvas e botas.
E há um sistema nos braços, pernas e cintura para o astronauta se movimentar melhor. E nos casos, em que os astronautas precisam passar muito tempo no espaço, eles então usam uma fralda superabsorvente, para coletar a urina e as fezes enquanto estiverem no traje espacial.

Há também, a incrível inovação chamada "Safer", que é um propulsor dirigível movido a nitrogênio, que permite que o astronauta se desloque no espaço em atividades fora de sua nave (para se ter uma ideia, seu funcionamento é semelhante ao jetpack do jogo GTA San Andreas, e no filme "Gravidade", também vemos os personagens utilizando-os). E por fim, há uma espécie de mochila que os astronautas carregam nas costas, que é um superkit de sobrevivência, que dá um suporte de vida de oito horas, ela guarda desde a bateria que faz todo o traje funcionar, até suprimentos de oxigênio e água.

Depois de ficar sabendo tudo isso, minha vontade de fazer uma viagem espacial só aumentou (Eu tenho uma vontade enorme de viajar pelo espaço, e se fosse possível, se houvesse um buraco de minhoca, queria viajar por todo o universo, explorando cada canto, mas, em especial a galáxia de Andrômeda, que é uma das minhas galáxias favoritas e uma das mais belas na minha opinião.) E vocês, já tiveram vontade de partir para uma viagem espacial? Se sim, quais lugares do universo gostariam de conhecer? Deixem os comentários :)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A diferença entre a opinião e o respeito.

Olá terráqueos, voltei depois de um tempo sumida novamente, e desta vez, abordando mais uma vez um tema que eu já falei no blog, porém agora, de uma forma um pouco diferente. Não tenho como intenção causar desordem, tenho como intenção apenas o bem estar, de todos. Então vamos lá...

Vocês já devem ter visto e ouvido algum amigo, parente, desconhecido ou até mesmo podem ter sido ou são esse tipo de pessoa, o tipo que já foi preconceituosa, afinal, é tão difícil não ser perante o mundo que vivemos, mesmo que inconscientemente. Mas, qual a diferença entre ter a própria opinião e respeitar? Agora, vou usar de exemplo, mais uma vez as mulheres. Que tão constantemente são o motivo de conversas em bares, de olhares nas ruas, que tantas vezes são o pivô nos noticiários, revistas, novelas e no nosso dia-a-dia. Mas, antes os motivos fossem mais bons do que ruins, pois infelizmente, a maioria são situações onde as mulheres são sujeitas a agressões verbais e físicas, e acreditem, apenas por serem livres.

E não entendo o motivo pelo qual as pessoas se preocupam tanto com a vida das mulheres, com o que elas fazem ou deixam de fazer, principalmente no quesito sexual. Com quantos caras a mulher se relaciona afetivamente, sexualmente ou ambos. E vejo tantas pessoas dizendo o que nós mulheres devemos fazer ou não com o nosso corpo para que nós possamos ser valorizadas pelos homens e respeitada por outras mulheres, criando um sistema patriarcal patético, onde as mulheres são infantilizadas, a ponto dos outros ficar cagando regras IMBECIS, do tipo "Mulher que se valoriza, não sai ficando com todo mundo" Blá blá blá e toda essa chatice. Depois, ficam difamando o feminismo e as feministas, e vejo que os mesmos que reclamam do feminismo, são os que ficam compartilhando e pregando o ódio e repressão ao sexo feminino, parece até misoginia em certos casos.

E muitos desses adoram dizer que as feministas querem acabar com os direitos dos homens ou se tornarem superior, e coisas do tipo, sendo que quem age com ódio voltado as mulheres são exatamente os criticadores do feminismo, contraditório não? Mas, a verdade é que eu acho que todo homem e mulher machista, que tenha um pouco de estudo/educação na vida, no fundo sabe o verdadeiro significado do feminismo, sabem que não é nenhuma guerra dos sexos, mas, pra essas pessoas é muito mais fácil culpar os outros do que assumir seus próprios erros e preconceitos já implantados em suas mentes desde os primórdios, é muito mais difícil desaprender algo do que aprender, até entendo, porém o fato de eu entender, não acho que justifica, nunca n-a-d-a justificará.

Pois, nós nos adaptamos a tantas mudanças em nossas vidas com o tempo (no sentido de evolução), mas, parece que a sociedade ainda não abandonou o hábito de tratar a liberdade sexual da mulher, da mesma forma como tratam a do homem. E daí a forma como a mulher se veste? com quem ela fica? Nenhuma mulher merece ser chamada de puta, vadia, vagabunda e nem mesmo ser agredida, simplesmente por ser LIVRE sexualmente e em todos os outros aspectos femininos. E toda vez que eu vejo alguém dizendo esses tipos de coisas, penso que a pessoa é livre para pensar o que quiser, mas o problema é que geralmente essas ideias não ficam somente em suas mentes, elas também vão muito além, saem e se transformam em violência e algumas vezes termina em morte, e eu sendo mulher, obviamente já fui vítima de machismo verbal e acredito que toda mulher também já foi ou será um dia, e infelizmente algumas foram ou serão fisicamente.

Sei também que isso é um hábito arcaico imposto na sociedade, quase imutável aparentemente, e sei que eu não tenho o poder de mudar a mente das pessoas com esse texto, apesar de ser algo que eu queria muito ter, mas, só espero mesmo que as pessoas possam começar a refletir que todo esse preconceito disfarçado de preocupação muitas vezes com as mulheres é algo totalmente desnecessário, não precisamos de fiscais de corpo alheio, porque isso afeta mais nós, que somos as vítimas dos comentários, olhares e atitudes do que vocês que agem dessa forma, e respeito é o mínimo que as pessoas podem ter com as outras, e é só isso que eu espero (por enquanto).

E fica aqui mais um exemplo entre ter a opinião sobre algo e ter o respeito.

"É como se eu estivesse em restaurante onde servem todos os pratos com pedaços de pêssego em calda. Tem gente que gosta. Eu não. O que faço? Não volto mais, não gostei. Isso é liberdade. O sujeito tem direito de enfiar pêssego na feijoada? Tem. O restaurante é dele. Você gosta? Problema seu. Volte lá ou esqueça. Pronto, fim, vamos seguir a vida e comer em outros lugares.
Agora você volta no lugar. Entra. Chuta as mesas. Ofende o cozinheiro. Ofende os outros clientes. Cospe na cara do dono. Caga nas paredes. Vomita nas panelas. Faz piquete na porta. Compra gasolina. Quer botar fogo no lugar, acabar com tudo o que existe ali. Simplesmente porque aquilo não condiz com seu gosto pessoal. Porque aquilo tudo te incomoda e mesmo assim você continua entrando lá, comendo macarrão com pêssego em calda porque precisa alimentar seu ódio, em um masoquismo irracional. Depois que come quer reclamar. Quer comer e dizer "tá vendo? tá vendo? é uma merda, vou acabar com você". Por favor."