quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Breaking Bad

Breaking Bad é uma serie de televisão dramática estadunidense criada e produzida por Vince Gilligan.
Primeiramente, vou falar do que se trata a serie. Tudo começa, quando um professor de química (Walter White), descobre que tem câncer de pulmão (sem possibilidade de cura). Passando por dificuldades financeiras para sustentar sua esposa (Skyler) e seu filho (Walter Jr), que sofre de paralisia cerebral. Walter, com o pouco de tempo de vida que lhe resta, decide usar seu conhecimento em química para produzir e vender metanfetamina, com um dos seus ex-alunos (Jesse Pinkman). Para assegurar que sua família não passe necessidades após a sua morte.


E assim começa toda a história. O que mais me chamou a atenção nessa serie, foi ver a incrível mudança de Walter White. Posteriormente, foi a genialidade de Vince Gilligan, pois a serie foi feita meticulosamente. Fazendo com que até mesmo os mínimos detalhes, sejam importantes e significativos. A trilha sonora é fantástica, fazendo cada música se encaixar perfeitamente no momento da história. E não poderia deixar de falar também sobre a brilhante atuação de todo o elenco, mas especialmente, de Bryan Cranston interpretando Walter White e Heisenberg. E se quiserem descobrir quem é "Heisenberg", vou deixar que descubram sozinhos, assistindo a serie de preferência. Vale ressaltar, que a serie tem poucos episódios, se formos comparar com as demais series, e possui cinco temporadas ao total, o que não torna a serie cansativa, algo que eu vi acontecer comigo em várias as vezes que tentei assistir outras series até o final, de tantos episódios e "inúmeras" temporadas, acabaram se tornando exaustivas, pelo menos pra quem tem pouco tempo e paciência, como eu. E em Breaking Bad, a cada temporada, as coisas vão se alterando e nos surpreendendo, e claro, a serie só vai se aprimorando. Terminando de forma satisfatória e justa, acabando do jeito que tinha que acabar, no tempo certo e do jeito certo. É realmente a melhor serie que eu já assisti, e estou até pensando em assistir novamente. Cada personagem tem sua essência, são personalidades marcantes, e que de certa forma, faz com que, quem assista, acabe se identificando e até mesmo torcendo pelos mesmos. Faz você entrar na história e na pele dos personagens.


E pra quem resolver assistir, o link da serie é esse: http://www.seriesvideobb.com/2011/12/assistir-breaking-bad-1-temporada.html A qualidade da imagem não é das melhores, mas dá pra assistir, ou quem preferir comprar o dvd das temporadas, fica a gosto. No link, tem todas as temporadas, e tem as opções de assistir legendado ou dublado. Espero que gostem :)



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Pálido Ponto Azul e Infinito

Carl Sagan foi um cientista, astrobiólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano. E ao longo de sua vida, após a NASA ter feito uma compilação de cerca de 60 imagens criando neste evento único um mosaico do Sistema Solar. Uma imagem que retornou da Voyager 1. Era a Terra, e foi essa foto, que inspirou Sagan à escrever seu livro "Pálido Ponto Azul"; (em inglês Pale Blue Dot).

(Foto da terra, tirada da missão Apollo 8, mostrando a Terra acima da Lua, a cerca de 6,4 bilhões de quilômetros de distância, mostrando-a como um "pálido ponto azul")

Sagan disse que a famosa fotografia, forçou os humanos a olharem a Terra como somente uma parte do universo. E não só Sagan, mas eu, fiquei também muito embasbacada com essa foto quando a vi pela primeira vez, a achei incrível.  Diante da imagem e do que Sagan disse, não me resta muito o que dizer, senão, para vocês assistirem aos vídeos abaixo. O primeiro é um vídeo sobre o filme da Palebluefilms, "Pale Blue Dot", sobre texto de Carl Sagan. E o outro, é um videoclipe da banda Fresno, que tem o mesmo propósito que o vídeo de Sagan, mostrar-nos, o quanto somos pequenos, e também o quão pequenas são as coisas e pessoas que às vezes parecem gigante perante nós. Desde nossas vaidades e atitudes exageradas á aquele chefe que é um pé no saco ou aquela pessoa que não te quer, mostrando que, essas coisas e esses problemas não são nada, perto da imensidão de toda a existência, como o próprio Lucas (vocalista da banda) disse na gravação do videoclipe. Basta assistirmos aos vídeos com ponderação, para percebermos que ambos falam a mesma coisa, de forma diferente. Nos mostram a Terra vista de uma dimensão diferente da qual nós estamos acostumados a ver, e juntamente, temos também o texto e a letra, condizendo com as cenas incríveis.  

                                       Nós Estamos Aqui: O Pálido Ponto Azul (Legendado)


                                                                Fresno - Infinito

sábado, 24 de agosto de 2013

Sigur Rós

Sigur Rós é uma banda islandesa de post-rock, com elementos melódicos, clássicos e minimalistas. O nome, em islandês, significa "rosa da vitória", e pronuncia-se "si ur rous". Os elementos minimalistas resultam em músicas longas e introspectivas. É um grupo bem patriota, alguns de seus videoclipes e até mesmo um documentário sobre a banda, mostram as cenas fantásticas de seu país, além da magia que a música nos transmite. Não há muito o que falar a respeito, pois é algo de se ouvir e sentir, mais do que falar. Pra quem quiser ouvir, vou deixar o vídeo das duas músicas deles que eu mais gosto. 

Sigur Ros - Glósóli
 

Sigur Rós: Ekki múkk
                                         

Sasha Grey, Sexo e Machismo

Sasha Grey pra quem não conhece, é uma ex-atriz pornográfica norte americana, que também atua como cineasta, escritora, fotógrafa, artista performática/transgressiva e musicista. E recentemente ela esteve aqui no Brasil, para lançar seu livro 'Juliette Society. É difícil para nós, que vivemos em um mundo onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a pensarem de tal forma, termos admiração por uma ex-atriz pornô ou falarmos de sexo abertamente, sem sermos taxados de pervertidos, ainda mais se for uma mulher quem admira e fala, mas, a minha admiração pela Sasha, vai muito além de toda a sua carreira na indústria pornográfica. E eu vou explicar o por quê.



Uma vez, Sasha Grey disse em uma entrevista "A percepção geral da sociedade é que as mulheres devem ser encaradas como crianças: elas podem ser vistas, mas não precisam ser ouvidas". Eu sempre achei um saco esse estereotipo de mulher: desequilibrada, à beira de um ataque, surtada, histérica, "burra", santa e sentimentalista ao extremo que a sociedade (lê-se: homens) criou. É claro que uma mulher assim é muito mais fácil de se manipular, e é isso que as pessoas querem e gostam, principalmente alguns homens. E quando a mulher não se enquadra nesse padrão, ela acaba sendo mal vista. E eu, sendo mulher, me sinto muito incomodada com essa situação toda, de ser tratada que nem criança eternamente. Não significa também, que ser assim é inválido ou errado, mas, se sentir obrigada a agir assim, é. Querem controlar tudo que uma mulher faz: a forma como ela senta, como ela fala (não podemos falar sobre sexo ou palavrão sem sermos taxadas de algo pejorativo), com quantos homens ela se relaciona amorosamente ou sexualmente, e nem videogame e futebol podemos gostar sem sermos vítimas de piadinhas machistas, por acharem que é coisa de homem, entre outras coisas. Eu sempre achei um saco também essa rivalidade entre as mulheres, por causa de corpo, roupa e homem. Não me interesso por culinária, novela, crianças, liquidações e detesto cor de rosa. Mas, mesmo não me encaixando nesse estereótipo, eu ainda sim sou delicada, vaidosa, sentimentalista e sento de pernas fechadas (risos). Mas, não faço disso uma necessidade. Como se eu precisasse ser assim o tempo todo para provar algo para alguém. E eu admiro a Sasha, não porque eu quero ser atriz pornô ou porque sou pervertida, mas sim porque ela, por ser mulher também, é uma pessoa que pensa além do óbvio, que saiu da inércia do conformismo, dessas regras e pensamentos machistas. E assim como ela, não me considero uma feminista, até porque esse termo se tornou relativo hoje em dia. Também não a admiro necessariamente por ser ex atriz pornô, mas sim pela sua coragem de ser livre, sem medo e pudor, diante de tanta opressão direcionada ao sexo feminino. E por ela tentar transmitir essa mensagem para todas as mulheres do mundo. E não se trata apenas da liberdade da mulher, em suas relações sexuais, mas pra tudo na vida. Acredito eu, que ela usou o sexo como principal fator para essa demonstração (tanto em seus vídeos, quanto agora em seu livro), por ainda ser considerado um tabu, e um assunto onde mulheres não podem falar livremente a respeito. Eu não quero ser atriz pornô e nem quero me relacionar com trocentos caras, mas quero ser livre, de machismos e todos os tipos de preconceitos vindo de homens e até mesmo das próprias mulheres. Pra finalizar, vou deixar uma frase, e espero que muita gente possa refletir melhor a respeito. E é claro que ser livre não significa que você tem que sair por aí e usar e até mesmo abusar da sua própria sexualidade, ou odiar os homens, mas é você poder ser quem você é, ouvir e ser ouvida, respeitada, livre de preconceitos e regras toscas e assim, ser feliz.

 "Sonho com o dia em que as pessoas não regulem o que as outras façam com seu corpo. Sonho com o dia em que vou encontrar a graça no sexo. Essa graça estará naquela palavra mais piegas de toda a humanidade: o amor. 
Também espero pelo dia que possamos falar de sexo com naturalidade, como um assunto normal, e mais ainda como algo individual. Nossa geração tem uma liberdade infinitamente maior para falar de sexo do que a geração de nossos pais, por exemplo. Mas apesar disso, o assunto ainda está cercado por uma 'ditadura', onde pensar diferente é receber um atestado de anormal, porque afinal, "sexo é tudo igual". As pessoas podem usar roupas de personalidades diferentes, ouvir estilos musicais diferentes, mas no sexo, ai daquele que fugir do pensamento adotado como padrão."

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Clarice e Eu

A escritora Clarice Lispector, disse uma vez em uma entrevista a seguinte frase: "Raiva. Eu sinto raiva comigo mesma. Sei lá, tô meio cansada. Cansada de mim mesma. Agora eu morri. Vamos ver se eu renasço de novo. Por enquanto estou morta". E essa frase me levou à uma série de questionamentos e conceitos pessoais. E mais do que isso, me identifiquei. Pois, houve um tempo, em que eu me sentia assim todos os dias... Raiva, cansaço (mental e físico) e a sensação de morte. Estava cansada das babaquices alheias, da hipocrisia, da corrupção, do marasmo, da ignorância, da frieza, da manipulação da comunicação de massa, da sonolência dos telespectadores, cansada do egoísmo, dos preconceitos. Dessa situação onde tudo está tão robótico, decorado, copiado, alisado, alienado e preso. E eu sinto raiva por tudo isso, ao enxergar a vida como ela realmente é, de forma nua e crua, passei a me tornar solitária. Eu tinha medo do que pudesse me acontecer, diante das circunstâncias, e também me enojava essa situação, eu queria estar longe disso tudo. E na ausência de contato visual e físico, eu fui até esquecendo de como é me relacionar com as pessoas, me senti estranha á quase tudo que se encontrava fora do meu quarto. Mas, me acostumei e até me simpatizei com a minha própria companhia. Mas, mesmo sendo uma escolha minha e eu em partes gostando, eu me sentia morta. Pouco a pouco, fui perdendo a vontade de sair daquele quarto escuro, fui perdendo o interesse nas pessoas, perdi o sono durante noites, perdi a fé e a esperança, mas, pouco a pouco, também encontrei formas de sobrevivência, era morrer e renascer todos os dias. Acho que eu já vivi cerca de dez ou quinze mil vidas...


domingo, 18 de agosto de 2013

Otimismo ou Chatice?

Todo mundo deve ter um ou mais amigos, daqueles super otimistas, não é mesmo? Eu posso até ser vista como pessimista demais também, mas, não consigo entender pessoas estilo o Robô Ed (Quem já conversou com ele, sabe do que estou falando). É claro que o otimismo é essencial, para pelo menos convivermos em harmonia uns com os outros, porém, otimismo demais vira chatice na minha opinião. Como nesse exemplo abaixo:


Inclusive, conheço um monte de gente assim, otimistas (lê-se "chatos") que pra tudo falam/postam frases feitas, e as usam incessantemente: frasezinhas chatas e clichês de facebook/orkut. Cês são chatos demais...



quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Louco ou Cruel? Parte 2.

1. Eddie Glen:


O homem que inspirou os filmes Psicose e O Massacre da Serra Elétrica, teve uma infância difícil. Sua mãe, Augusta, era uma fanática religiosa e moralista, que impedia tanto Eddie quanto seu irmão, Henry, de trabalharem fora da fazenda da família e de manterem qualquer contato com mulheres. Eddie, já de meia-idade, ficou sozinho em sua fazenda, com a morte de seu irmão e sua mãe (seu pai morrera pouco tempo antes), neste momento suas atitudes bizarras começaram a aparecer: empalhou o corpo da mãe e o guardou num quarto, masturbando-se ocasionalmente em frente ao mesmo. Além disso, Eddie passou a violar túmulos recentes e roubar a pele dos corpos para fazer roupas e outros objetos. Mas foi em dezembro de 1954 que Eddie abandonou os atos bizarros para cometer seu primeiro homicídio, atacando a tiros Mary Hogan, de 54 anos. Em 1957, Eddie fez sua segunda vítima, Bernice Horden, mas evidências, como seu caminhão parado a noite inteira em frente a cena do crime, levaram a sua prisão. Quando entraram na casa da fazenda, onde Eddie morava, os policiais se depararam com horrores que mal podiam imaginar, o até então recluso fazendeiro, escondia um segredo mórbido e doentio, somente revelado naquele momento: um crânio usado como tigela de sopa, braceletes e um abajur de pele humana, um cinto feito de mamilos, um coração humano no forno e o corpo de Bernice, do lado de fora, pendurado, decapitado e partido ao meio. Ele matava mulheres que ele achava que tinha uma má conduta, baseando-se no versículo que a sua mãe religiosa recitava "Sem o derramamento do sangue, não há remissão dos pecados" Hebreus 9:22.

2. Charles Manson:


Charles Manson fundou sua comunidade hippie em 1954, logo após ter cumprido uma pena de dez anos. Localizado em Spahn Ranch, nas proximidades de Los Angeles, o grupo pregava o amor livre e o uso de drogas, com Manson sendo encarado como um Messias por seus seguidores, ou “família” como eles preferiam ser tratados. Poderiam ter sido somente mais uma comunidade hippie típica da época, não fossem as bizarras idéias de seu líder: filho de uma prostituta, Manson passou por vários reformatórios juvenis, respondendo por crimes como falsificação e roubo, mas seria somente após a formação de sua comunidade que o maníaco por trás daqueles pequenos golpes se revelaria. Antes de iniciar sua breve onda de crimes, a “família” de uma forma geral e, mais especificamente Manson, foram investigados pelo desaparecimento e suposto assassinato de um de seus membros que, aparentemente, vinha questionando seu líder. A “família” se uniu em torno de Manson, dificultando as investigações. Como nunca foi provado nada o caso foi arquivado, mas uma sombra obscura começou a pairar sobre aquela comunidade que “pregava” a paz e o amor. Mas foi em 9 de agosto de 1969 que a “família” mostrou toda sua loucura, invadindo a mansão do diretor de cinema Roman Polanski, em Hollywood, e assassinando brutalmente sua esposa, a modelo e atriz Sharon Tate (grávida na ocasião), e mais dois casais de convidados que se encontravam na casa.
Manson e seus seguidores foram presos e acusados dos assassinatos. Mais uma vez a “família” se uniu em torno de seu líder, tentando preservá-lo, seguindo um plano já traçado desde antes de começarem os assassinatos, Manson afirmou desconhecer os atos de seus seguidores, alegando não estar com os mesmos quando os crimes foram cometidos. No julgamento, três seguidoras de Manson queriam assumir a culpa e inocentar seu líder, mas os advogados se recusaram a aceitar seus depoimentos. Neste momento Charles Manson decide revelar sua verdadeira face, até então oculta sob a figura do pacifista inocente perseguido pelo sistema, e passa a afirmar seu profundo ódio pela humanidade, que rejeitava ele e os membros de sua família, disse ele: “Tenho feito tudo para ser aceito em seu mundo, e agora vocês querem me matar! Eu apenas digo a mim mesmo: ora, já estou morto, sempre estive em toda a minha vida… não ligo a mínima para o que possam fazer comigo”. Manson e seus seguidores foram julgados, culpados e condenados a prisão perpétua.

(FONTE:Uninuni)

3. David Parker Ray, mais conhecido como "O Assassino da Caixa de Brinquedo":


Ray morava em um trailer com sua namorada(Cindy Hendy) no Novo México (EUA), e ao lado havia uma espécie de contêiner (que Ray chamava de caixa de brinquedo), onde gastou aproximadamente 100 mil dólares, equipado com seus "amigos": chicotes, polias, correntes, serras... O principal alvo de Ray eram prostitutas.Suas vítimas quando mortas, eram desmembradas, queimadas e seus restos eram jogados em um lago.  Ele sequestrava, praticava tortura psicológica e física. E após acorrentar suas vítimas a um ferro em uma cama, ele colocava uma fita com vinte minutos de áudio, informando quais os danos ele causaria a pessoa, dizendo que ela agora seria sua escrava sexual e enfrentaria vários tipos de abusos. Ray e sua namorada, aplicavam choques elétricos e instrumentos médico por várias áreas do corpo de suas vítimas, as suspendiam no teto, chicoteavam-nas e ameaçavam-nas com uma arma. E em 1999, quando uma de suas vítimas conseguiu escapar, Ray foi condenado a 224 anos de prisão, por vários crimes envolvendo sequestro e tortura sexual. Ele morreu oito meses após a condenação, tendo cumprido dois anos e meio. Cindy Hendy, que testemunhou contra Ray, recebeu uma sentença de 36 anos por seu papel nos crimes.

4. Aileen Carol Pittman, conhecida como "Aileen Wuornos":



Aileen chegou a matar seis pessoas, e suas vítimas, eram todas homens. Foi diagnosticada com transtorno de personalidade Borderline, uma doença mental causada por longa exposição a traumas e que faz seus portadores cometerem esforços frenéticos para se evitar um abandono, além de serem bastante impulsivos.
Sua infância foi marcada por uma série de eventos traumáticos, começando pela separação dos pais, em seguida foi abandonada juntamente com os irmãos pela sua mãe, seu pai era um psicopata, foi preso e se suicidou. Em sua face havia sinais de cicatrizes, resultado de  comportamentos auto-mutilantes durante sua infância. Um tempo depois, já adolescente, engravidou do próprio irmão, e posteriormente foi internada em centro para as mães que entregam seus filhos para adoção. Saiu da casa onde morava com a avó e decidiu tornar-se prostituta, e também chegou a ser presa já antes por cometer pequenos delitos. Teve um relacionamento lésbico de quatro anos. E após sua conduta se agravar, disse para sua amante que deveria vingar-se dos homens por tudo o que eles tinham feito com elas por toda a vida e começou a matança. E em um de seus programas, Aileen matou Richard Nallory com três tiros, após ter sido, por ele, espancada, estuprada e ameaçada de morte. Ao que tudo indica, essa sua primeira vítima foi feita em legítima defesa.
E em seguida aconteceram os outros cinco crimes, onde Aileen matou simplesmente por "odiar profundamente a vida humana", na verdade, os homens. Ailen acabou sendo encontrada e presa através de denúncias. E após ser presa, confessou os seis assassinatos e enviou uma carta ao tribunal, pedindo para ser condenada a morte, e foi. Depois de um longo julgamento e um exame psiquiátrico, foi condenada a morte e executada por meio de injeção letal, em 2002.

Em 2003, estreou o filme "Monster-Desejo Assassino" onde conta a história de Aileen Wuornos, estrelado por Charlize Theron, onde passou por uma mudança visual radical e espetacular
para interpretar Aileen. Vale a pena assistir. 

5. Jeffrey Dahmer:



Foi um serial killer americano. Assassinou 17 homens e garotos. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estupro, necrofilia e canibalismo. Sua obsessão por matar, começou quando ele era ainda adolescente, dissecando animais mortos. e tinha até um cemitério particular nos fundos de sua casa. Era alcoólatra e solitário. Após formar-se no ensino médio, foi abandonado pela mãe, teve que se sustentar sozinho e passou a frequentar muitas festas. O pai de Dahmer então o fez entrar no Exército, lugar que que pode aprender sobre a anatomia humana e se interessar mais á fundo. Em 1978 Dahmer cometeu seu primeiro assassinato. Em 1986 foi preso por exposição pública (atentado ao pudor). Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses. Já em 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido as suas noitadas, estranha personalidade e os maus cheiros provenientes do porão. No ano de  1988 foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. E Após suspeitas, Dahmer foi investigado e foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone (um garoto de 14 anos que ele já havia molestado antes), Dahmer matou e desmembrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. Mas Dahmer havia escapado.No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana. E após outra investigação, foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pênis), alguns deles guardados no frigorífico. Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, e foi condenado a 957 anos de prisão. Em 28 de Novembro de 1994 Dahmer e outro preso por assassinato, Jesse Anderson, foram atacados de surpresa e espancados até à morte por Christopher Scarver, também preso, diagnosticado como psicótico (afirmava receber visões do Além, sendo que em uma delas teria recebido a ordem para assassinar Dahmer e Anderson). Dahmer morreu a caminho do hospital, devido a vários traumas na cabeça.

Estes são alguns dos casos de serial killers que eu já li e mais me interessei, quem tiver se interessado pela história de algum que eu não citei e quiser falar a respeito ou quiser falar algo que eu não falei de algum desses, é só deixar um comentário. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Louco ou Cruel?

Hoje o assunto é sobre os assassinos em série (em inglês: serial killers). Estima-se que de uma a três em cada 100 pessoas seja psicopata. Eles torturam, esfaqueiam, desmembram, estupram, matam e tudo isso sem nenhum pudor e sentimento. Eles estão nos filmes, series, livros, jogos e na vida real.
Recentemente eu fiz um post no meu facebook, falando sobre a crueldade humana, e esse foi um dos motivos pelo qual eu resolvi fazer essa postagem aqui no blog, além do fato de eu me interessar muito por este assunto.

Apesar de sua tamanha frieza, crueldade e falta de empatia, eles me despertam muita curiosidade. Primeiro me vem a curiosidade em saber o motivo pelo qual o levou a cometer tais crimes, muitas das vezes brutais. Mesmo sabendo, que a maioria, sequer tem motivos para isso além do prazer de matar. Em segundo lugar, de todos os casos de histórias de serial killers que eu assisti e li -e não foram poucas- notei que, eles são muito diferentes um dos outros. Apesar de toda crueldade em comum. As cenas dos crimes, são muito bem elaboradas na maioria das vezes, levando a polícia a demorar dias à anos para descobrir tal culpado.
Há também os que querem ser "descobertos", deixando seus rastros nas cenas dos crimes. E uma das poucas semelhanças entre esses sádicos, é que em alguns casos eles costumam levar algo de suas vítimas (desde um objeto à um membro do corpo), como se fossem algum tipo de troféu. E não importa qual seja a reação da vítima, o assassino em série continua o seu macabro “teatro”.  Não adianta chorar, rir, gritar, tentar fugir, implorar. Estas atitudes, muitas vezes, excitam ainda mais os donos de mentes tão perversas. E mais sórdido do que isso, eles geralmente são pessoas de ótima aparência, que tem ou fingem ter boa formação acadêmica, e sempre exploram a simpatia e o espírito conciliador com as pessoas. Desprovidos de sentimento e culpa, a psicopatia, apesar de não ser considerada patologia, não tem cura, assim como também acredito eu, os traumas que eles causam na vida de suas vítimas, as que sobrevivem é claro. É por isso preciso muito cuidado na hora de se relacionar com as pessoas, seja amorosamente ou amigavelmente, eles estão por aí em todas as partes, em todos os cantos do mundo. Lembrando, que qualquer pessoa considerada normal pode ser um deles, pois alguns realizam suas fantasias e chegam a matar ou violentar. Outros, não realizam, mas tem os mesmos desejos, e às vezes só estão esperando por uma oportunidade.

Pra essa postagem não ficar gigantesca, tipo um livro(risos), na próxima, vou citar alguns serial killers dos quais mais me chamaram a atenção.

domingo, 11 de agosto de 2013

Videogame VS Vida Real

Para essa nova postagem, escolhi um tema clássico e nostálgico. E creio que, mesmo quem não é gamer, irá reconhecer o game. Você já deve ter visto ou ouvido falar de um encanador italiano, baixinho e rechonchudo, que reside no reino dos cogumelos não é mesmo? Sim, estou falando do personagem fictício mais famoso da história dos videogames: Mario. O mascote da Nintendo, que se tornou também um marco na infância de muita gente, inclusive na minha. E nos vídeos abaixo, temos uma demonstração do jogo Mário Kart, só que na vida real, e o segundo vídeo é de um dos jogos do Mario, sendo jogado em primeira pessoa.

                                                            Real Life Mario Kart       

                                                             First Person Mario

Vale lembrar, que a primeira aparição de Mario, criado por japoneses, foi no game Donkey Kong em 1981. Vale lembrar também que ele era conhecido pelo nome de Jump Man (e na época era carpinteiro).
Um tempo depois, Mario logo passou a ser considerado um encanador (pelas tubulações do jogo Mario Bros) e depois herói (pelos jogos Super Mario Bros. 1, 2 e 3), que tinha como
missão resgatar a Princesa Peach, do vilão Bowser e impedir seus diversos planos de destruir e dominar o reino. E já que estamos falando de game e vida real, para quem ainda não viu, vou apresentar-lhes o dublador Charles Martinet, que desde 1995 dubla Mario, Luigi, Wario, Waluigi, Toadsworth, Baby Mario, Baby Luigi, Baby Wario e uma seleção de alguns outros personagens. É impossível ler "It's me, Mario" e não ler na voz dele. 
                                   
                                         Charles Martinet - Dublador do Mario (Nintendo)


E pra quem quiser relembrar um pouco mais o jogo e não tem o console da nintendo, existem vários emuladores da nintendo para pc. Mas também tem uma opção mais rápida e fácil para jogar, neste site: http://fliperama.uol.com.br/jogos-online/46-mario

sábado, 10 de agosto de 2013

Documentário e Preconceito

Já que comecei falando sobre homofobia no blog, então nessa nova postagem, resolvi abordar outros tipos de preconceitos, também: raciais, sexistas e classistas. Porém, como não preparei nenhum texto de autoria própria para postar, irei postar apenas por enquanto o vídeo, de um documentário sobre o preconceito racial, sexista e homofóbico, que na minha opinião, serve como reflexão para todos os outros tipos de preconceitos. Vale a pena assistir do começo ao fim. O começo é meio parado -mas mesmo assim, assistam-o, e a partir da metade do vídeo até o final, é muito interessante e realmente nos faz parar para pensar. Quando estamos no outro lado é que sabemos como as pessoas que sofrem preconceito se sentem realmente, seria muito bom se isso pudesse mudar a forma de pensar de algumas pessoas que se acham superiores por algum motivo. E uma dica é: prestem bem atenção, pois cada detalhe é importante. 

Blue Eyes - Brown Eyes 

"No final da II Guerra Mundial, quando eles limpavam os campos de concentração, um ministro luterano disse: Quando se voltaram contra os Judeus, eu não era um Judeu e não fiz nada. Quando se voltaram contra os homossexuais, eu não era homossexual e não fiz nada. Voltaram-se contra os ciganos e não fiz nada. Quando se voltaram contra mim, não havia ninguém para me defender." 

Isso não se trata apenas de lutar contra a violência verbal, é também uma luta pela sua própria vida, pois após um dos homens brancos que participou do "teste" por 2 horas, disse ter se sentido mal, com o estômago sensível, a ponto de ficar enauseado. Então eis que eu lhes digo: Os homens negros morrem 10 ou 15 anos antes dos homens brancos, e o fato de muitos terem problemas de pressão alta, problemas de coração e outros problemas de saúde, que os levam a morte prematura. E não tem nada a ver com violência. Será que ter de aceitar isso ou não aceitar, mas ter que de tolerar isso, todos os dias, contra você, sua esposa, filhos, seus pais e seus avós, pode deixá-lo doente? Fica aí pra vocês pensarem.

Feliciano é provocado por ativistas em voo.

Sobre o vídeo dos rapazes cantando "Robocop Gay" pro Marco Feliciano no corredor do avião, acho o seguinte: Primeiramente, não adianta falarem que os gays pedem respeito, mas não respeita quem contra eles são. Porque essa "guerrinha" tosca de crentes vs gays, existem e por culpa dos próprios crentes. E o Marco, é só um entre milhões de crentes (não estou dizendo todos, mas infelizmente a maioria) pensa e age tal como qual. Seja pela falta de interpretação ou muitas vezes pela própria ignorância, falam sobre gays de forma PEJORATIVA, demonizando-os e até mesmo agindo com homofobia. É claro que qualquer um tem o direito de não gostar de gays, mas, quando não há respeito da parte dele ou de outros, não há como ter de outras partes que são atingidas por estas outras. E se incomodam TANTO com gays, querem mudar o mundo lá fora, "curando" gays, mas porque antes não tentam curar os corruptos, a lavagem de dinheiro nas igrejas, o preconceito dentro dos templos, a estupidez separatista religiosa ou a intolerância religiosa pré moldada? E duvido que estes rapazes do vídeo sequer são gays. E na verdade, este foi um belo ATO POLÍTICO de não-gays que também entendem o quão absurdo este nefasto do Feliciano é. Adorei estes rapazes, e se estivesse lá me juntaria a eles.

      Dançando Robocop Gay pro Marco Feliciano no corredor do avião